Muitas vezes o senso comum diz que uma coisa velha é uma coisa ruim, antiquada, obsoleta. Na verdade em diversas ocasiões é apenas uma questão de opinão.
Objetos como um rádio antigo por exemplo, possuem uma excelente qualidade de recepção especialmente na faixa de ondas médias (rádio AM). Uma televisão antiga (dentro de um certo limite) quando estraga é mais fácil de consertar, já uma nova requer uma certa habilidade por parte do técnico.
Aquele liquidificador velho que aguenta bater qualquer coisa, aquela batedeira robusta que seus pais ganharam de presente no casamento há 15 ou 20 anos atrás que até hoje dá conta do recado. Pois é, com o avanço da tecnologia ao invés das coisas ficarem mais fortes, na realidade se fragilizaram e são descartadas com uma vida útil bem curta.
Os automóveis evoluíram sim, ficando mais bonitos e com design moderno. Mas não se comparam a muitos carros antigos com estrutura reforçada em ferro. Hoje basta um carro novo andar em estrada de chão com os pneus bem calibrados que em pouco tempo frouxa o painel e o pára-choque que em muitos casos mais parace um papelão.
Entre o novo e o velho, escolhe-se o que há de melhor ou aquilo que o bolso aguenta.
Objetos como um rádio antigo por exemplo, possuem uma excelente qualidade de recepção especialmente na faixa de ondas médias (rádio AM). Uma televisão antiga (dentro de um certo limite) quando estraga é mais fácil de consertar, já uma nova requer uma certa habilidade por parte do técnico.
Aquele liquidificador velho que aguenta bater qualquer coisa, aquela batedeira robusta que seus pais ganharam de presente no casamento há 15 ou 20 anos atrás que até hoje dá conta do recado. Pois é, com o avanço da tecnologia ao invés das coisas ficarem mais fortes, na realidade se fragilizaram e são descartadas com uma vida útil bem curta.
Os automóveis evoluíram sim, ficando mais bonitos e com design moderno. Mas não se comparam a muitos carros antigos com estrutura reforçada em ferro. Hoje basta um carro novo andar em estrada de chão com os pneus bem calibrados que em pouco tempo frouxa o painel e o pára-choque que em muitos casos mais parace um papelão.
Entre o novo e o velho, escolhe-se o que há de melhor ou aquilo que o bolso aguenta.
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